O PT unido.
quinta-feira, outubro 07, 2004
segunda-feira, outubro 04, 2004
domingo, outubro 03, 2004
There is no pain, you are receding. A distant ship's smoke on the horizon. You are only coming through in waves.Your lips move but I can't hear what you're sayin'.When I was a child I had a fever.My hands felt just like two balloons.Now I got that feeling once again.I can't explain, you would not understand.This is not how I am.I have become comfortably numb.
sexta-feira, outubro 01, 2004
Eu odeio gente chique eu não uso sapato
mas que se foda
É, usei sapato. Blusa por dentro, até. Calça daquelas que sei que vou usar poucas vezes na vida. Ganhei uma rosa. E beijos, nas idas e vindas.
Semana passada praticamente não fui na UFC. Confusões pelo importante que se torna visceral, para quem não tem vísceras; ou faz das suas instrumento de sacra inutilidade. Pelo menos o interlocutor foi a exceção deles. Ganhei confiança na amizade.
Fiquei doente. Gripado, pela milésima vez. Já me vejo, enfermo, virando catarro por si só. Exagero, cheguei bem longe disso. Mas um dia, quem sabe. Tão certo e por isso tranquilo. Mas tive que faltar trabalho e aulas, mas muito bem perdoado. Ganhei significância dos dois lados dessas janelas de vidro.
Achei-a linda, mesmo penteada. Bela, maquiada. Com tanto rosa caindo sobre seios que a sociedade me faz ter a distância. Mas é só ter uma chance...
A outra, tão feliz! Tranquila por saber que ele estaria lá. Sem tênis. Os acordaria depois de 3 dias, não para ressuceição. Certamente estavam vivos (suspeito que vivos até demais!), mas só em olhar para o lábio não eram mais os mesmos. Sábios. Economizam sobrenome, fazendo do plural, uno. Amigos adultos, agora casados. Depois do delicioso jantar, agora é esperar os bombons e brinquedos.
Confesso que adoro ir para as festas por causa da comida. E sempre saio com o último pedacinho quase no esôfago. Contei piadas, fiz graça. Ela pula e.. perco o fôlego. Ganhamos flores.
Significado? Não levo a sério o que dizem, mas entendi como homenagem. Passagem. São como são. Somos como somos. Flores que percorreram o tapete vermelho em felizes mãos agora estão nas minhas. Como sapatos usados que se tornam novos em outros pés.
Eu não sei fazer poesia, mas que se foda
Eu odeio gente chique eu não uso sapato
mas que se foda!
Sim, eu uso sapato. Quem sabe um dia aprenda poesia.
segunda-feira, setembro 20, 2004
Filmes dublados são bons. Se mais que ver filme, se está acompanhado.Roupas emprestadas nos tornam lindos. Por mais que fiquem frouxas e/ou apertadas, mas com um cheiro bem maravilhoso. Sábado a noite pode ser divertido. Mesmo em casa, com pizza e chocolate. Mas em bom estado.
Para mim, assim é felicidade. Não entendo porque celebrá-la diferentemente.
"descobrimos que nós não queríamos sair.queríamos mesmo era ficar juntinhos em casa, com camiseta e bermuda emprestadas"
"eis que assistir sexto sentido(mesmo dublado) é bom, dá medinho, e rende abraços. caminha. sonho bom."
"pra que sair se o que é bom já está bem aqui?"
"se perder no estacionameto, depois eu ri!"
Uma das coisas mais poéticas e simples que conheço é quando, na parede de uma micro empresa, lê-se os dizeres: essa empresa optou pelo SIMPLES
Pois é,
as baterias de celulas descarregam na mesma hora. Se os modelos são parecidos e funcionaram da mesma maneira por... 53 horas... normal que tenham piado na mesma hora.
Vamos bater esse recorde.Eu falava que havia conseguido 46 (na verdade, felizmente já me esqueci) horas tendo alguém. Consigo agora 53 horas COM alguém.
Deixo de ver o jornal mas fico é feliz se o dia 'passou rápido'. Os anos passarão rápido e quando se menos notar, se está numa boa. E faz surgir, no fundo de mim, a idéia de que tudo pode ser simplesmente simples.
E por mais que eu não entenda porque se arrumar quando se já é linda, falta-me fôlego pós-produção.
quarta-feira, setembro 15, 2004
(Como a ti o é vir aqui ler algo)
Esperei sempre por uma renovação aqui. Um novo layout, uma verdadeira campanha publicitária para mostrar aos vulgos leitores que aqui estou eu, escrevendo. Ou aí está você, lendo.
E nada. Por um lado, preguiça. Nada de mecher com HTML. Nada de sentar e postar, como antes eu fazia, como agora faço. E onde estava aquele que escrevia entre versos e sangue?
Conceitos de Jornalismo. A arte de fazer um jornal diário. O clube dos ingênuos. Jornalismo e literatura. Ideologia e Ciências Sociais. As aventuras da reportagem. A nova comunicação.
Títulos certeiros, com pontos finais. E o meu Camus novinho ali do lado, esperando...Ao menos aprendo o que é moda. Primeiro, irc. Ter canal, ser op. Agora ter blogg, muitos comentários, vários links! Depois, competição de quem tem mais contatos e fãs. E onde estão os coraçõezinhos? Agora, multiply.
E os posts ficaram de lado, como se a vida fosse constantemente desatualizada. Não, não está.Idas e voltas, ironia e reviravoltas. Meu amigo voltou, do outro lado do mar. Minha namorada me ama, e me tira do sério, e me ama, e me tira do sério, mas me tira do sério, pois me ama, e me ama, e me ama.
Novamente sangue corre nas minhas veias pela manhã, novas ideais e vigor. Estudantes, estamos de greve. Estudantes, vivemos o Enecom. Me arrependi de ser C.O. Prouni medida provisória. Não teremos greve de professores. Sexto semestre. Somente trÊs cadeiras para poder estudar melhor.
Adiei o sonho até o fim de novembro.
Sabendo, eu, que até lá coisas muito boas podem acontecer. São convites que chegam, e, mesmo quando você pensa que foram por educação, sabe depois que é mais do que imaginava.
Vou ter dois para me pedirem a benção.
Deus te abençoe, meu filho Charles.
Deus te abençoe, linda Luciana.
Feliz te ter de volta, Davi.
Um beijo para você, Ariadne.
Boa noite, Humberto
domingo, agosto 22, 2004
sábado, agosto 14, 2004
Ah, eu peguei na mão dele! Nunca mais vou lavar minha mão!!!
Era assim que eu ia começar o post de ontem, em homenagem ao bizarro vocalista da banda Volcani. Mas não. Briga, palavrões. Triste. Uma banda que se acaba em cima do palco.
-Deixa eu tocar, caralho!
E o outro, por mim esperado, de costas.
É, é assim. Há quem brigue até sem querer dar carona, isso já no estacionamento.
Alheio a isso, sacudi meus braços, peguei na mão do vocalista gostoso, cantei e comi macarrão gostoso.Feliz 14 meses. Talvez por isso nos livramos de ser como tanta gente infeliz.
I will survive!
quinta-feira, agosto 12, 2004
Glória, Glória! Aleluia!
Finalmente consegui completar minha matrícula! Depois das cadeiras de Jornalismo de Cidades; Ética e Cultura Globalizada; Semiótica; Análise do Texto e do discurso jornalístico; Cultura Brasileira (em dois horários); Economia Brasileira; História da Arte II; Mídia; e Cultura de Massas habitarem minha mente e/ou minha lista de cadeiras matriculadas, finalmente consegui me encontrar!
Pesquisa Bibliográfica, Laboratório de Jornalismo Impresso, Estágio Supervisionado e Metodologia e Epistemologia aplicadas a Comunicação.
Vai ser um semestre duro, talvez o mais duro de todos até outubro. MAs tudo vai dar certo. E o 7° vai ser excelente.
domingo, agosto 08, 2004
O colete protege, mas machuca. O frio não é tanto. Só medo de ficar imaginando tudo, vivo ou morto, que poderia estar em uma "piscina" tão grande. E nada de brincar de pegar no azulejo do fundo, seus bêbados!
Do lado, a bela. Somente um rosto vermelho no meio da escuridão molhada. A vontade que eu tinha era de se abraçar e deixar a correnteza dar um rumo.
A palavra namorada é muito parecida com morada. Se eu conhecesse um grego, ele me diria que na verdade devem ser a mesma coisa.
O que não é o que não pode ser o que não é o que não pode ser o que não pode ser o que não pode ser o que não pode ser o que não pode ser o que não pode ser
Aos 16, juro que mudei minha maneira de pensar em uma hora de exposição. Bela exposição. Eu escrevia poesia; eu me perdia entre páginas de um livro. Ler versos andando em circulos.
O que não é
Não sei porque, sempre deixei de lado. Hoje uma criança de seis anos cantava à plenos -pequenos- pulmões. Por mais que eu saiba que isso é um pensamento foda e repressor: eis uma cena que eu queria vivenciar, sendo o Luan. Versos que ultrapassam gerações.
É... pode ser... é... pode ser pode ser pode ser
quarta-feira, agosto 04, 2004
Namorada devotada
Família dedicada (tá, esquece "ele" por um instante)
Suponham que eu morra nesse final de semana. Nos jornais serei quase um deus, é certo.
Feliz, por certo. Contente, é certo. Tudo, ao certo.
O que pode me aflingir? O que pode me evitar?
Pouca coisa, aos olhos alheios. Mas se você me flagrar andando devagarzinho em uma avenida qualquer, com as mãos nos bolsos e cabeça baixa, saiba, é por pouco tempo. Minha dádiva não é ter perfeição; é deixar rapidamente de tentar tê-la em parte.
Mas serei eu arrogante?!
(falo das palavras que informam, meu esperado futuro)
Há quem diga. Motivo?! Bobo.
Pequenos reis, de pequenos reinados, com uma pequena plebe. Sem ouro e sem exército. Mas com um orgulho de mil brasões.
segunda-feira, agosto 02, 2004
Agora é blogspot.
Mudou a aparência... sem querer
querendo.
amanhã eu edito isso, amanhã eu republico, amanhã salvo os arquivos>
(Passado de um outro que viveu)
E vem assim. De cara nova, bastarta e não planejada. Coração agarrado à grandes? Poesia em poema de versos inexatos?! Replanejamento, marketing de venda de sentimentos.
Amanhã eu penso nisso. desse modo, daquele modo, do outro modo
(à minha moda, vez por outras moda, vez por outras estranha)
Mas é hoje. Tinha que postar hoje. Reinaugar tudo hoje. As coisas serão diferentes. Diferentes de algo. De hoje? Talvez não. De ontem? Talvez sim. Vai mudar, eu me lembro muito bem.
"Eu me lembro muito bem, como se fosse
amanhã"
(Eu tenho 20 anos. Engenheiros vai lançar o acústico e a lei do abate foi aprovada)
quarta-feira, julho 07, 2004
Do meu lado, as coisas cada vez menores; cada vez mais rápidas; ficando para trás.
Encostei minha cabeça, olhei o corredor; ninguém prestava atenção. Melhor lá fora, a asa, metálica, pesada, com toneladas de combustível é levíssima.
E pesada segura o corpo pesado.
Com sua leveza imaginada só por quem a entende.