quinta-feira, setembro 29, 2005

Aniversário do Gabriel
Aniversário de porre de bermuda verde-limão.

Ele fazia 18. Agora já são 21.
Três anos, três anos, três anos!

Quem diria que eu sobreviveria.

terça-feira, setembro 27, 2005

Já dizia o poeta que olha para mulher ao lado e vê o universo, às vezes...
Universo que é só pele e glândulas.
O amor é uma conspiração.

"Já não sei o que é verdade e o que é desejo
Será que você existe?
Será fruto da imaginação?

Miragens, fantasmas, ovni's
E o que mais for preciso para ser feliz
Meu coração visionário tá legal
E dispensa comentários
Ele nem pensa na real

Será?Miragens, fantasmas, viagens no tempo
Será que você existe? Será?
Delírio, desejo, vozes e visões
Fruto da imaginação?"

segunda-feira, setembro 26, 2005

1.1
É isso, foi dada a largada.
Mais tarde do que eu queria, mas agora, pé na tábua.

Dois, três. E fim de ano.
Vai passar rápido,
tu vai ver, eu vou ver.

sábado, setembro 24, 2005

..."Escute, garota
Façamos um trato
Você desliga o telefone se eu ficar um pé-no-saco"

Eu, um saco.De saco cheio.
Já deu.
Já encheu o saco. Um saco.
Eu de saco cheio.
D'eu.

terça-feira, setembro 20, 2005


Exitem 1001 movimentos sociais. Escolha o seu.
(e conheça o CDVHS)

Adorei essa foto.
Acho que se eu comprar uma máquina, vou fazer muita foto...

domingo, setembro 18, 2005

I lost the perfect job.
Write about planes, live my life. By myself.

Dream. Too near to me.
But I lost the perfect job.
By my self.

I said I can't write in english.
Or was it just fear?!

Live alone...
Grow up alone...
Nevermind, now.

Lembro como se fosse hoje quando assisti Batman 2. Minha mãe pegou os três filhos e meteu dentro de ônibus. Vários, mas esse é o fim da história. Um de 12, outra de 11 e eu, de oito. Era uma época anterior aos terminais.

Pegamos um ônibus e fomos para o Iguatemi, ver um circo. Não deu certo. Pegamos outro e fomos para o Centro. Deu o prego. Entramos no (já lotado) que vinha depois. O cinema estava igualmente superlotado. Tanto que entramos na metade do filme, ficamos durante o intervalo para depois ver o começo...

Na hora de ir embora, fomos andando para a Guilherme Rocha para pegar o saudoso Clube das Regatas - Vila Betânia. Tinha dois que passavam. Um ia lá para a Barra do Ceará. O outro, para nossa casa. Subimos em um, e era o errado. Descemos, entramos no certo e fomos para casa. Já de noite, bem cansado, com fome, suado. Apertado.

Achei ruim?! Na hora que fui dormir, fiz o comentário para minha mãe que até hoje eu lembro...
-Hoje foi tão legal! A gente pagou três ônibus, andou em quatro e subiu em cinco!

Ontem rodei de ônibus das 18h20 até às 20h10. No trânsito parado e quente. Santa Cecilia 2, Siqueira-Papicu Via Aeroporto, Papicu-Praia do Futuro. Achei ruim?! Que nada... só mandei a mensagem...
-Ô vale transporte rendoso!

quarta-feira, setembro 14, 2005

E até o futuro, nas revistas de avião e discussões, agora já são fatos.

2005! 2005! 2005! 2005!
Sonho é só o que a gente continua pensando ali, cama é só um colchão em um lugar qualquer, personalidade é só verdade sob o lençol e realidade o quarto em volta...

Olhos fechados para dormir.
Ir.
Ir.

"...como é possível alguém sonhar, o que é impossível saber?
Não te dizer o que penso, já é pensar em dizer..."

la la la la la la laira la la

sábado, setembro 10, 2005



Francisco Russo: "É um filme tão ridículo, mas tão ridículo, que chega a ser engraçado." Nota 6
Henrique Miura: "Com piadas grotescas, escatológicas e principalmente sarcásticas, Ben Stiller erra feio ao contar uma história sem pé nem cabeça com clima de filme de super-herói." Nota 4
Felipe Figueiredo: "Não é um lixo, mas bom também não é." Nota 5
Diego Fernando Lino: "Se você quiser economizar dinheiro para ver um filme melhor, faça isto." Nota 2
Ricardo Augusto: "Péssimo! Um filme absolutamente sem graça. Piadas horríveis com uma história ainda pior. Não posso fazer maiores comentários porque saí na primeira meia hora de filme. Insuportável." Nota 0

Mas eu quero ver de novo, eu quero, eu quero, eu quero, eu quero, eu quero!
Adoro ver filme ruim.

quinta-feira, setembro 08, 2005

Dá-lhe,
Dá-lhe
Dá-lhe,
Dá-lhe,
Dá-lhe, Fortaleza!

E eu que sou quieto, me empolgo. E eu que sou calado, gritei com dois torcedores fi-duma-égua para deixarem de falar besteira. De repente, não mais que de repente, a gente vira aquele louco que se vira no meio do nada e faz o outro nem discutir, só baixar a cabeça porque sabia que não tinha razão. Se o time é de primeira divisão, a torcida tem que se comportar como tal!

(Tem gente que parece que não quer ver o Fortaleza crescer. Fica babando jogador de time de fora, feito abestado. Só podem pensar que ser time grande não é ser se destacar, mas mudar a sede pro Rio, pra São Paulo ou pro Rio Grande do Sul. Ops, Rio Grande do Sul não. O Fortaleza é 1° divisão. E o Grêmio, é 2°)

quarta-feira, setembro 07, 2005


O mais belo, vai-se.
Vai embora em último embarque.
Diz o comandante que pronto para a guerra.
Eu, sinceramente, espero que não.

Algumas aves são muito belas.
Muito belas para sua missão.

segunda-feira, setembro 05, 2005

"antes de atirar o vaso na TV eu ouvi o que ela dizia:
-quando não houver mais amanhã será um belo dia
estranha coisa pra se dizer
antes de dizer os números da loteria
mas é assim que eles fazem
e fazem muito bem"

Descobri que minha monografia acabará tendo fins comerciais.
Pouco práticos, mas terá.

domingo, setembro 04, 2005

...mas, contudo, todavia, enquanto...
- .
- .
- ?
- !
- ...
- (...)....
- ?!
- !!!
- !!!!!!!
- !!!!!!!!!!!

...gozo

terça-feira, agosto 30, 2005

-É o Siqueira?!

Eu ri. Todos eram. O terminal era Siqueira.

Nunca tive um ônibus "meu". No final da 8° série, pegava o Parangaba-Náutico para sair da Vila Betânia e ir para a aula no Santo Tomás de Aquino. Mas foi só por três meses - depois que abandonei o transporte escolar - e só de ida.

Agora vou e volto. Lá pro Siqueira. Siqueira-Papicu, Siqueira-Centro Expresso ou Bom Jardim-Centro. Esse último evita o Bom Jardim 2. São 40 minutos, 50 minutos, ou até em 28 minutos, quando tive sorte. Sorte ou coragem, não sei ao certo, me leva a comer salgadinho no terminal. Do Siqueira. Onde se escutam pérolas, mas é até arrumadinho, tem pracinha...

Para quem não soube, o O POVO não deu certo. Alegaram o psicológico, disseram que ligariam, alegaram, ah, não alegaram nada. No começo de agosto, eu cansei de esperar uma ligação. E cansei de só ficar em casa. Restar. No meio do mês, num domingo, comecei a trabalhar no jornal O ESTADO. No dia seguinte, pedi demissão. E ganhei uma história engraçada para ser contada. Três dias depois, comecei a estagiar no Centro de Defesa da Vida Hebert de Souza, lá no Bom Jardim.

É para onde eu vou agora todo dia.
De Siqueira.
Meio calado, meio sério.
Meio alegre, mais satisfeito.

Meio pra dentro, mais para dentro.
Meio de tudo.
Meio termo.
Meio terno, menos ternura.
Mais afeto. Aconchego.

Mais ou menos.
Ou só meio. Só a metade.
Por inteiro.
Com um sorriso no rosto, eu começo a ler L'Étranger...

"Entre um rosto e um retrato
O real e o abstrato
Entre a loucura e a lucidez
Entre o uniforme e a nudez
Entre o fim do mundo e o fim do mês
Entre os outros e vocês

Entre mortos e feridos
Entre gritos e gemidos
A mentira e a verdade
A solidão e a cidade
Entre um copo e outro
Da mesma bebida
Entre tantos mortos
Com a mesma ferida

Entre a minha boca e a tua
Há tanto tempo, há tantos planos
Mas eu nunca sei
Pra onde vamos

Eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão"

domingo, agosto 28, 2005

"Não é possível que o presidente não soubesse de nada, que ele não tivesse idéia do que o seu homem de confiança fazia na sala ao lado da sua no Palácio do Planalto. Afinal, um presidente da República não pode ser tão desinformado. Aliás, o presidente deveria ter se dirigido à opinião pública para, no mínimo, prestar esclarecimentos sobre esses escândalos."

Lula, em 30/07/2000, referindo-se ao presidente Fernando Henrique Cardoso e ao escândalo da violação do painel do Senado.